
sábado, 26 de junho de 2010
Pessoas solitárias têm pior saúde, aponta pesquisa

Ter apenas relações sociais superficiais pode não apenas criar um sentimento de solidão, mas também contribuir para alguns problemas de saúde, segundo dois estudos recentemente realizados na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos. “Há uma associação entre redes sociais e saúde, mas os mecanismos precisos não são entendidos”, destaca a pesquisadora Stacey Passalacqua.
Avaliando 265 pessoas com idades entre 19 e 85 anos, os pesquisadores descobriram que aquelas que se consideram solitárias têm menos relações sociais próximas, são menos aptas a controlar bem os estressores diários, e têm tendências a não ter atitudes para manter a saúde, além de não dormirem o suficiente. Os resultados mostraram, ainda, que a idade não afeta as chances de uma pessoa ser solitária; que morar longe dos amigos e da família não teria efeitos negativos; e que ter um parceiro, ou ter relações mediadas por meios digitais, como o Orkut e o Facebook, não protegeria contra a solidão.
“A simples presença de uma relação social nem sempre é algo que irá levar você a se sentir satisfeito e apoiado”, explica o pesquisador Chris Segrin. “A solidão é a discrepância entre o nível alcançado e o desejado de contato social, e isso tem implicações importantes. O perfil de uma pessoa solitária é muito difícil de pintar, porque o que importa, realmente, é o que está em sua cabeça”, completou o especialista, acrescentando que, “quando o assunto é relações sociais, o que importa não é a quantidade, mas a qualidade”.
Avaliando 265 pessoas com idades entre 19 e 85 anos, os pesquisadores descobriram que aquelas que se consideram solitárias têm menos relações sociais próximas, são menos aptas a controlar bem os estressores diários, e têm tendências a não ter atitudes para manter a saúde, além de não dormirem o suficiente. Os resultados mostraram, ainda, que a idade não afeta as chances de uma pessoa ser solitária; que morar longe dos amigos e da família não teria efeitos negativos; e que ter um parceiro, ou ter relações mediadas por meios digitais, como o Orkut e o Facebook, não protegeria contra a solidão.
“A simples presença de uma relação social nem sempre é algo que irá levar você a se sentir satisfeito e apoiado”, explica o pesquisador Chris Segrin. “A solidão é a discrepância entre o nível alcançado e o desejado de contato social, e isso tem implicações importantes. O perfil de uma pessoa solitária é muito difícil de pintar, porque o que importa, realmente, é o que está em sua cabeça”, completou o especialista, acrescentando que, “quando o assunto é relações sociais, o que importa não é a quantidade, mas a qualidade”.
Descoberta proteína que pode evitar Alzheimer

Promissoras descobertas sobre a redução da produção de uma importante proteína cerebral nos ratos podem levar a novos tratamentos para o mal de Alzheimer, de acordo com cientistas americanos que publicam sua pesquisa na revista Science. O Instituto Gladstone de Medicina Neurológica, de San Francisco, descobriu que uma redução das proteínas Tau pode impedir as perdas de memória e outros sintomas da doença.
Os resultados dessas pesquisas podem levar a tratamentos complementares nos casos mais comuns de demência. A Tau é um marcador bioquímico da degeneração neurofibrilar e importante no transporte de substâncias químicas através da célula. "Parece que a redução da proteína Tau tem um efeito protetor sobre o cérebro", afirmou o diretor do Instituto Gladstone, Lennart Mucke, que coordenou o trabalho.
Os pesquisadores reduziram pela metade a produção de proteína Tau no cérebro de ratos, desativando um gene produtor dela. Em outros ratos, toda a produção da proteína Tau foi eliminada. Descobriu-se, então, que uma taxa reduzida de proteína Tau permitiria aos ratos com Alzheimer viver normalmente, além de torná-los menos vulneráveis às crises de epilepsia.
O mal de Alzheimer é uma demência progressiva com origens ainda desconhecidas e caracterizada por problemas de memória, fala e perda das funções intelectuais. Ainda incurável, esta doença mata no prazo de cinco a dez anos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 28 milhões de pessoas seriam vítimas de demência, sendo o Alzheimer a forma mais disseminada.
Os resultados dessas pesquisas podem levar a tratamentos complementares nos casos mais comuns de demência. A Tau é um marcador bioquímico da degeneração neurofibrilar e importante no transporte de substâncias químicas através da célula. "Parece que a redução da proteína Tau tem um efeito protetor sobre o cérebro", afirmou o diretor do Instituto Gladstone, Lennart Mucke, que coordenou o trabalho.
Os pesquisadores reduziram pela metade a produção de proteína Tau no cérebro de ratos, desativando um gene produtor dela. Em outros ratos, toda a produção da proteína Tau foi eliminada. Descobriu-se, então, que uma taxa reduzida de proteína Tau permitiria aos ratos com Alzheimer viver normalmente, além de torná-los menos vulneráveis às crises de epilepsia.
O mal de Alzheimer é uma demência progressiva com origens ainda desconhecidas e caracterizada por problemas de memória, fala e perda das funções intelectuais. Ainda incurável, esta doença mata no prazo de cinco a dez anos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 28 milhões de pessoas seriam vítimas de demência, sendo o Alzheimer a forma mais disseminada.
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Estudo dá esperança de vacina eficaz contra Aids

Um estudo feito na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, está animando os pesquisadores que se dedicam a desenvolver uma vacina eficaz contra a aids. O trabalho usa macacos, que recebem uma substância com genes do vírus SIV (vírus da imunodeficiência em símios, na sigla em inglês), semelhante ao HIV. Os resultados são promissores.
A vacina é produzida a partir de fragmentos de DNA do vírus SIV, que fazem que o organismo do macaco tenha uma resposta imune. Dezesseis animais que estão participando apresentaram a reação esperada, o que tem deixado a comunidade científica otimista - embora ainda seja impossível prever quando se chegará a uma vacina contra a aids.
À frente da pesquisa está o biólogo David Wahtkins, maior especialista do mundo em imunologia de modelos animais de vacinas contra a aids, que está no Brasil nesta semana para participar de palestras sobre seus experimentos. Ontem, durante passagem pelo Rio, Wahtkins falou sobre os testes no Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O biólogo, cuja equipe recebe US$ 5 milhões para a pesquisa, comentou as dificuldades de chegar a uma fórmula eficaz. "Existem muitos tipos de HIV. Por isso é tão difícil arriscar dizer quanto tempo ainda falta para uma solução", afirmou. Ele elogiou as pesquisas brasileiras e o programa de combate à aids do governo federal.
Para o infectologista e professor da UFRJ Mauro Schechter, coordenador, no Rio, dos testes com uma vacina contra a aids, a pesquisa de Wahtkins é importante porque os macacos e os seres humanos têm sistemas imunológicos parecidos. "Um modelo animal que funciona nos dá esperança. Supomos que aquilo que dá resultado em macacos pode vir a dar certo com humanos", afirmou.
Schechter é responsável pelo Projeto Praça Onze, que envolve 60 professores e recebe US$ 2 milhões de financiamentos externos para pesquisar doenças infecciosas, em especial a aids.
Brasileiros já participaram de três testes com vacinas e há um em andamento, financiado pelo Instituto Nacional de Saúde americano, que analisa a eficácia de um imunizante que, em macacos, conseguiu evitar ou retardar a infecção. A primeira fase da pesquisa, da qual participam pessoas saudáveis, teve resultados considerados positivos.
A vacina é produzida a partir de fragmentos de DNA do vírus SIV, que fazem que o organismo do macaco tenha uma resposta imune. Dezesseis animais que estão participando apresentaram a reação esperada, o que tem deixado a comunidade científica otimista - embora ainda seja impossível prever quando se chegará a uma vacina contra a aids.
À frente da pesquisa está o biólogo David Wahtkins, maior especialista do mundo em imunologia de modelos animais de vacinas contra a aids, que está no Brasil nesta semana para participar de palestras sobre seus experimentos. Ontem, durante passagem pelo Rio, Wahtkins falou sobre os testes no Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O biólogo, cuja equipe recebe US$ 5 milhões para a pesquisa, comentou as dificuldades de chegar a uma fórmula eficaz. "Existem muitos tipos de HIV. Por isso é tão difícil arriscar dizer quanto tempo ainda falta para uma solução", afirmou. Ele elogiou as pesquisas brasileiras e o programa de combate à aids do governo federal.
Para o infectologista e professor da UFRJ Mauro Schechter, coordenador, no Rio, dos testes com uma vacina contra a aids, a pesquisa de Wahtkins é importante porque os macacos e os seres humanos têm sistemas imunológicos parecidos. "Um modelo animal que funciona nos dá esperança. Supomos que aquilo que dá resultado em macacos pode vir a dar certo com humanos", afirmou.
Schechter é responsável pelo Projeto Praça Onze, que envolve 60 professores e recebe US$ 2 milhões de financiamentos externos para pesquisar doenças infecciosas, em especial a aids.
Brasileiros já participaram de três testes com vacinas e há um em andamento, financiado pelo Instituto Nacional de Saúde americano, que analisa a eficácia de um imunizante que, em macacos, conseguiu evitar ou retardar a infecção. A primeira fase da pesquisa, da qual participam pessoas saudáveis, teve resultados considerados positivos.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Doe Medula Óssea

Passo a passo para se tornar um doador:
•Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar Medula Óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, através de punções e se recompõe em apenas 15 dias.
• Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a UMA EM CEM MIL!
• Por isso, são organizados Registros de Doadores de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
• Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
• A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo. Caso você decida doar
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).
2. Onde doar:É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros de cada Estado.
3. Como é feita a doação:
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (10ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.Seu sangue será tirado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante.
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (10ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.Seu sangue será tirado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante.
Seu tipo de HLA será incluído em nosso cadastro.
Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade será verificada.Se você for compatível com o paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir quanto à doação.Seu atual estado de saúde será então avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas.
Nos primeiros três dias, após a doação, pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.
Nos primeiros três dias, após a doação, pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.
Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
Para saber onde tem um hemocentro mais perto da sua cidade acesse o site: http://www.abrale.org.br/ ou
http://www.abrale.org.br/como_ajudar/doacao_medula/index.php (é o mesmo site acima, só que agora mastigadinho, rs)
http://www.abrale.org.br/como_ajudar/doacao_medula/index.php (é o mesmo site acima, só que agora mastigadinho, rs)
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terça-feira, 22 de junho de 2010
A Importância das Vitaminas

O que são vitaminas ?
As vitaminas são nutrientes importantes para o nosso organismo. São de extrema importância para o bom funcionamento do nosso organismo, principalmente, porque ajuda a evitar muitas doenças.
Elas não são produzidas pelo organismo e, portanto, devem ser adquiridas através da ingestão de alimentos (frutas, verduras, legumes, carnes etc). A falta de vitaminas pode acarretar em diversas doenças (avitaminoses). Elas podem ser de dois tipos: hidrossolúveis (solúveis em água e absorvidas pelo intestino) e lipossolúveis (solúveis em gorduras e absorvidas pelo intestino com a ajuda dos sais biliares produzidos pelo fígado).
Vitaminas
Fontes
Doenças provocadas pela carência (avitaminoses)
Funções no organismo
A
fígado de aves, animais e cenoura
problemas de visão, secura da pele, diminuição de glóbulos vermelhos, formação de cálculos renais
combate radicais livres, formação dos ossos, pele; funções da retina
D
óleo de peixe, fígado, gema de ovos
raquitismo e osteoporose
regulação do cálcio do sangue e dos ossos
E
verduras, azeite e vegetais
dificuldades visuais e alterações neurológicas
K
fígado e verduras
desnutrição, má função do fígado, problemas intestinais
atua na coagulação do sangue, previne osteoporose
B1
cereais, carnes, verduras, levedo de cerveja
beribéri
atua no metabolismo energético dos açúcares
B2
leites, carnes, verduras
inflamações na língua, anemias, seborréia
atua no metabolismo de enzimas, proteção no sistema nervoso.
B5
fígado, cogumelos, milho, abacate, ovos, leite, vegetais
fadigas, cãibras musculares, insônia
metabolismo de proteínas, gorduras e açúcares
B6
carnes, frutas, verduras e cereais
seborréia, anemia, distúrbios de crescimento
crescimento, proteção celular, metabolismo de gorduras e proteínas, produção de hormônios
B12
fígado, carnes
anemia perniciosa
formação de hemácias e multiplicação celular
C
laranja, limão, abacaxi, kiwi, acerola, morango, brócolis, melão, manga
escorbuto
atua no fortalecimento de sistema imunológico, combate radicais livres e aumenta a absorção do ferro pelo intestino.
H
noz, amêndoa, castanha, lêvedo de cerveja, leite, gema de ovo, arroz integral
eczemas, exaustão, dores musculares, dermatite
metabolismo de gorduras,
M ou B9
cogumelos, hortaliças verdes
anemia megaloblástica, doenças do tubo neural
metabolismo dos aminoácidos, formação das hemácias e tecidos nervosos
PP ou B3
ervilha, amendoim, fava, peixe, feijão, fígado
insônia, dor de cabeça, dermatite, diarréia, depressão
manutenção da pele, proteção do fígado, regula a taxa de colesterol no sangue .
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Doenças Femininas

HPV - O que é?
HPV é a abreviatura de "Human Papilomavirus", o que significa Papilomavírus Humano. Os HPVs possuem predileção por tecidos de revestimento (pele e mucosas) e provocam na região infectada alterações localizadas que resultam no aparecimento de lesões decorrentes do crescimento celular (células) irregular. Estas lesões são denominadas verrugas ou vulgarmente conhecidas como "crista de galo".Conhecida desde a antiguidade, as infecções genitais pelo HPV chamaram atenção a partir da década de 80, quando se identificou a correlação destas lesões como câncer de colo uterino. Mais de 150 tipos até o momento foram identificados, dos quais apenas 35 tipos podem infectar a região anogenital feminina e masculina. O HPV é um vírus universal, que não tem preferências, quer seja quanto ao sexo, idade, raça, localização. Pode se instalar em qualquer região do corpo, bastando haver uma porta de entrada através de micro-abrasões (micro-traumas) da pele ou mucosa. Já se detectou o vírus não só na região genital, mas também extragenital como olho, boca, faringe, vias respiratórias, ânus, reto e uretra. E ainda, sua presença foi encontrada no líquido amniótico (líquido que envolve o feto na vida intra-uterina).
O HPV é um vírus com DNA de dupla hélice, com aproximadamente 8.000 pares de bases nitrogenadas que codificam todas as funções do vírus. A partícula viral tem 55 nanômetros (nm) de diâmetro, sem envelope lipídico.
Mais de 35 tipos de HPV infectam a região anogenital nos seres humanos e podem causar desde as clássicas verrugas genitais ou condilomas até lesões displásicas de baixo e alto grau, dos quais cerca de 20 deles estão associados com câncer de colo uterino.
Os tipos de HPV podem ser classificados em vírus de baixo, intermediário ou alto risco, de acordo com o tipo de lesão a que estão mais associados. Os HPVs dos subtipos 6, 11, 41, 42, 43 e 44 estão associados a infecções benignas do trato genital, como o condiloma acuminado ou plano, e estão presentes na maioria das infecções clinicamente aparentes causadas pelo vírus. Normalmente, esses tipos não estão associados a displasias quando examinados pela histopatologia.Os tipos HPV 16, 18, 45 e 56 são vírus de alto risco, podendo estar relacionado aos tumores.
Os tipos HPV 31, 33, 35, 39, 51 e 52 são de risco intermediário.
Os tipos HPV 31, 33, 35, 39, 51 e 52 são de risco intermediário.
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